meus grifos

domingo, 30 de outubro de 2011

O sonho do afogamento.

Ela, no sono, à deriva
em águas revoltas, profundas,
aspergindo
estrelas, e o gosto salgado
do mar enquanto que o chão
inteiro escapa aos seus pés e sobra, de lastro,
o rastro que sobe,
o clarão.
Postado por Vitor Duarte às 20:45
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